O estúdio The Chinese Room, que assumiu o conturbado desenvolvimento de Vampire: the Masquerade – Bloodlines 2, esclareceu sua visão para o mundo do jogo. Em uma declaração, a equipe deixou claro que não busca criar um mapa gigante e expansivo, afirmando que o objetivo é focar em uma Seattle densa e cheia de detalhes, priorizando “qualidade e não quantidade”.

A fala do diretor de arte, Ben Matthews, busca alinhar as expectativas dos jogadores sobre o escopo do aguardado RPG.

“Não estamos fazendo GTA; este não é um jogo enorme, de mundo aberto e expansivo onde o horizonte é o limite. Isso foi algo ao qual realmente prestamos atenção, tentando tornar tudo o mais denso possível.”

— Ben Matthews, Diretor de Arte

A filosofia de um mundo menor, porém mais rico em interações e segredos, se encaixa na premissa do jogo, que colocará o jogador no papel de um vampiro ancião em meio a uma guerra de poder na sombria Seattle. O foco será em conhecer quem detém o poder, formar alianças e decidir o destino da cidade.

Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 tem lançamento previsto para o final de 2025 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Fonte: Game Vicio

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