Em uma nova e reveladora entrevista, o diretor da franquia Dying Light, Tymon Smektala, deu a entender que a Techland pode estar planejando abandonar os títulos numerados para as futuras sequências da série. A declaração, que aponta para uma grande mudança de filosofia para o estúdio, sugere que Dying Light: The Beast pode ser um modelo para o que está por vir.
Questionado sobre os planos para um Dying Light 3 (ou 4, considerando o escopo de The Beast), Smektala foi direto e comparou a franquia com outros gigantes da indústria.
“Eu me pergunto se algum dia faremos outra versão numerada da série. Isso será realmente necessário? Call of Duty ou Assassin’s Creed realmente precisam disso?” questionou o diretor.
The Beast: O “Dying Light 3” que Não Leva o Nome
A fala de Smektala ganha ainda mais força quando contextualizada com o desenvolvimento de Dying Light: The Beast. Ele revelou que o jogo, que começou com uma ambição modesta, cresceu exponencialmente em escopo. Com uma campanha principal de cerca de 20 horas e conteúdo secundário que pode dobrar esse tempo, o título é considerado internamente pela equipe como, essencialmente, um Dying Light 3.
“Se eu tivesse que apontar um motivo para isso ter acontecido, sem dúvida apontaria para o ‘fator Crane’. Nós simplesmente achamos legal pra caramba ter esse personagem de volta”, explicou Smektala, reforçando que a ambição para o projeto cresceu naturalmente.
Outras Revelações: Game Pass e o Cânone de Crane
Na mesma entrevista, o diretor fez outras confirmações importantes. Ele afirmou que não há planos para lançar Dying Light: The Beast no Game Pass em seu lançamento e que o preço de US$ 60 reflete o enorme crescimento do jogo. Além disso, para os fãs de longa data, Smektala garantiu que The Beast irá finalmente responder qual é o final canônico do primeiro Dying Light, resolvendo um debate de anos na comunidade.
Dying Light: The Beast será lançado em 19 de Setembro para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Fonte: Thumb Wars





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