As primeiras prévias de Onimusha: Way of the Sword foram publicadas após a demo jogável na Gamescom, e o veredito da crítica internacional é extremamente positivo. O consenso é claro: o jogo é um retorno triunfal da franquia, com um sistema de combate rápido, fluido e divertido, que, apesar de desafiador, não é um soulslike.
A demo colocou os jogadores na pele do lendário espadachim Miyamoto Musashi, enfrentando demônios Genma em Kyoto. Todos os jornalistas destacaram a qualidade do combate, que mistura ataques leves e pesados com um sistema de parry recompensador e o clássico contra-ataque “Issen”. A absorção de almas para carregar poderes e a variedade de inimigos também foram pontos altos.
Compilamos abaixo um resumo do que os principais sites disseram:
- VGC: Descreveu o jogo como “o que aconteceria se a PlatinumGames fizesse uma sequência de Sekiro“. Elogiou o combate como rápido, fluido e com uma “tosquice de filme B” divertida. O site destacou o design horripilante e único dos inimigos, inspirados no folclore japonês, e a sensação de que o combate, embora desafiador, mantém um espírito “arcade” acolhedor.
- Polygon: Celebrou o fato de que Way of the Sword “não é um soulslike” e oferece uma vibe mais relaxada em comparação com outros jogos do gênero. O jornalista elogiou a janela de parry generosa e a profundidade do combate, que se manifesta na luta contra o chefe Sasaki Ganryu. A forma como a história é contada, através de visões do passado, também foi um ponto positivo.
- IGN: Deu ênfase em como o combate é construído em torno do gerenciamento de barras de vida e estamina dos inimigos, e das suas próprias barras de poder. O site afirmou que a Capcom “decifrou a ciência secreta” para acertar a sensação do aço colidindo com aço, elogiando o fluxo energético das batalhas e a forma como o sistema de almas cria um ciclo de gameplay recompensador.Há quase certamente uma ciência secreta para acertar a sensação de quando o aço encontra o aço, e a Capcom a desvendou completamente.
- Eurogamer: O jornalista teve uma “conexão instantânea” com o jogo, similar ao que sentiu com Nioh, e afirmou que soube em 20 minutos que iria platiná-lo. Ele descreveu o combate como preciso e artístico, onde o fluxo de ataque e defesa parece algo saído de um filme de Kurosawa. A luta contra o chefe foi o grande destaque, sendo um dos “finalizadores mais satisfatórios” que ele já experimentou.





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