A Rebel Wolves, o estúdio formado por veteranos de The Witcher 3, publicou um artigo no PlayStation.Blog para detalhar as mecânicas centrais de The Blood of Dawnwalker, seu aguardado RPG de mundo aberto. O diretor criativo, Mateusz Tomaszkiewicz, explicou como funciona o “sandbox narrativo” do jogo e a dualidade de se jogar como humano e vampiro.
No jogo, você controla Coen, um homem que, após uma tentativa fracassada de transformá-lo em vampiro, vive entre dois mundos: humano durante o dia, vampiro à noite. A principal mecânica da história é um limite de tempo de 30 dias para resgatar sua família. No entanto, o tempo não é uma contagem regressiva constante, mas sim uma “moeda” que só é gasta ao realizar ações importantes, dando liberdade para explorar o mundo sem pressão.
A grande inovação está na liberdade de escolha. As missões podem ser concluídas em qualquer ordem, puladas ou até mesmo nunca descobertas. Muitos NPCs podem ser mortos, e sua ausência remodela a história. Até mesmo a “inação é uma escolha”, criando uma narrativa profundamente reativa a cada decisão do jogador.
A demonstração da Gamescom, que se passa no oitavo dia da jornada, mostrou como a mesma missão muda drasticamente dependendo da hora do dia.
- À Noite (Vampiro): O gameplay vira um stealth de ação, com Coen usando habilidades como teletransporte (Passo Sombrio) para se mover por telhados e flanquear inimigos. A furtividade é essencial.
- Durante o Dia (Humano): Coen se apoia mais em sua esgrima, com um combate tático de ataques direcionais, e em magia negra humana, que não está disponível à noite.
A aposta em uma jogabilidade dupla e em um sistema de tempo com consequências reais mostra a ambição da Rebel Wolves em criar uma narrativa verdadeiramente reativa.
The Blood of Dawnwalker será lançado em 2026 para PC, PS5 e Xbox Series X|S.
Fonte: Playstation Blog





Deixe um comentário