As primeiras análises de Dying Light: The Beast, lançado hoje, já estão no ar, e o veredito da crítica internacional é misto, mas pende para o positivo. O jogo estreou com uma média de 78 no Metacritic e 82 no Opencritic, com notas que variam de 90 a 65.

O consenso geral é de que a jogabilidade central da franquia, que une parkour fluido e combate corpo a corpo visceral, continua sendo o ponto mais forte. A nova mecânica que permite ao protagonista Kyle Crane se transformar em uma “Fera” também foi elogiada como uma adição divertida. No entanto, as críticas mais comuns apontam para uma história genérica, inimigos humanos desinteressantes e uma sensação de repetição para os veteranos da série.

Confira o que os principais sites estão dizendo:

GamesRadar+ – 9/10

“Dying Light: The Beast é uma conquista impressionante, recapturando o espírito da série e elevando-o dez vezes mais. O resultado é um jogo que, embora ocupe um espaço muito mais apertado, consegue parecer mais vivo do que Harran ou Villedor combinados. A Techland não está reinventando a roda aqui, mas ao revitalizar seu próprio manual, The Beast é Dying Light em seu auge.”

GameSpot – 8/10

“Dying Light sempre foi uma série que faz algumas coisas muito bem, mas se distraía tentando ser muito mais ao mesmo tempo. Finalmente, The Beast se apoia nas melhores partes de Dying Light, dando a você um mundo mais assustador, mais difícil e mais imersivo para explorar do que qualquer coisa na série antes.”

TechRadar Gaming – 8/10

“Dying Light: The Beast passou de uma expansão em potencial para uma sequência completa e, embora suas origens estejam em plena exibição em sua narrativa e protagonista, nunca parece limitado por elas. Esta é uma nova entrada na popular franquia de esmagar zumbis, levando a ação das ruas da cidade para um sonolento resort alpino, mas é uma mudança de ritmo bem-vinda que abre novas e empolgantes maneiras de matar caminhões de Z-heads infectados – é uma pena que os inimigos humanos ainda não sejam tão interessantes de lutar.”

IGN – 7/10

“Dying Light: The Beast é um retorno divertido aos telhados e poços de carne que aprendi a amar na última década. O truque de se transformar em um monstro assustador para lutar contra outros monstros acerta o alvo e compensa em grande parte uma história genérica e um mapa com poucas surpresas. No entanto, além de suas novas habilidades de destruição e algumas novas lutas de chefe bizarras, The Beast se mantém bem próximo do que funcionou nos últimos dois jogos, então pode parecer um pouco rotineiro para quem os jogou recentemente.”

PC Gamer – 7/10

“Uma experiência de terror de sobrevivência mais crua do que Stay Human, mas o novo jogo de parkour em primeira pessoa da Techland ainda tropeça um pouco.”

Wccftech – 6.5/10

“As mecânicas de parkour e o combate corpo a corpo de Dying Light: The Beast são os dois pilares que o tornam um jogo que vale a pena, com o suporte de um belo mundo para explorar (sem os infectados) e um ciclo tenso de dia e noite que aumenta muito as apostas em seus elementos de sobrevivência. Fora isso, o ritmo mecânico e narrativo, a escrita e o tom narrativo inconsistentes e as escolhas de design de mundo que parecem antitéticas à série em primeiro lugar, tudo isso o leva a uma experiência bastante desinteressante que só vale a pena pelo tempo que você quiser desligar o cérebro e se divertir vendo cérebros de infectados digitais fazerem splat.”

Dying Light The Beast ja está disponível para Playstation, Xbox e PC

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