Brian Fleming, cofundador e chefe da Sucker Punch Productions, comentou pela primeira vez a demissão da desenvolvedora que fez uma piada nas redes sociais sobre o assassinato do comentarista político Charlie Kirk. Em uma nova entrevista, Fleming foi direto sobre a posição do estúdio.
“Acredito que estamos alinhados como estúdio que celebrar ou zombar do assassinato de alguém é um fator decisivo para nós, e condenamos isso, em termos inequívocos”, declarou Fleming, confirmando que a demissão da artista Drew Harrison, uma veterana de quase 10 anos na empresa, foi baseada nesse princípio.
Curiosamente, a própria Harrison postou uma mensagem de apoio ao seu antigo estúdio esta semana. “A Sucker Punch é incrível e uma das últimas luzes brilhantes na indústria. […] Eu ainda os apoio e não posso tolerar qualquer animosidade dirigida a eles. Lá estão as melhores pessoas”, escreveu a artista.
O caso da Sucker Punch não é isolado. A demissão ocorreu em meio a uma forte campanha de pressão online que também atingiu outras grandes empresas. A Bethesda foi acusada de zombar dos apoiadores de Kirk e deletou um post de Indiana Jones, enquanto a Microsoft Gaming iniciou uma investigação interna após funcionários expressarem opiniões controversas sobre o assunto.
A declaração de Fleming é a primeira de um chefe de estúdio a abordar diretamente as consequências dessas polêmicas, estabelecendo uma linha clara para a cultura da empresa enquanto se preparam para o lançamento de Ghost of Yotei.
Fonte: Kotaku





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