Dying Light: The Beast não é apenas a conclusão de uma saga de uma década para a Techland, mas também o título mais bem avaliado da franquia até hoje, alcançando uma nota agregada de 80 no Metacritic. Em uma nova entrevista, o diretor Nathan Lemaire refletiu sobre o sucesso do jogo e o que ele representa para o futuro.
Lemaire destacou que a confiança no projeto era alta internamente. A recepção positiva, segundo ele, apenas confirmou a convicção da equipe de que tinham um bom jogo em mãos. Ele atribui parte do sucesso à filosofia de “menos é mais”, que guiou a direção de design. Em vez de introduzir uma quantidade massiva de novas mecânicas, o foco foi refinar e aprimorar os elementos centrais que definem Dying Light: o combate físico e o parkour.
Questionado sobre a simplificação de elementos como a árvore de habilidades, Lemaire explicou a decisão.
“Claro, todo mundo gostaria de ter 500 habilidades e tudo mais. Mas o foco principal para nós era criar uma experiência individual que parecesse muito conectada e densa, então fizemos escolhas baseadas nessa premissa. O combate, por exemplo, era mais importante. Era mais importante para mim cobrir experiências de combate e fisicalidade de padrão mundial do que ter milhares de ferramentas e acabar com um combate desajeitado.”
O jogo funciona como um “capítulo final forte” que une as pontas soltas da série, culminando em uma missão que Lemaire descreve como a “experiência máxima de Dying Light”.
Olhando para o futuro, ele compara a equipe da Techland ao protagonista Kyle Crane no final do jogo: olhando para o horizonte, orgulhosos do trabalho feito e prontos para dar vida às novas ideias que já estão surgindo.
Fonte: Games Radar+





Deixe um comentário