Jennifer Svedberg-Yen, a principal roteirista do aclamado Clair Obscur: Expedition 33, revelou um fato surpreendente sobre sua trajetória: ela nunca havia jogado videogames antes de começar a escrever para o projeto.
Em uma entrevista ao portal Lits Play, a escritora contou que cresceu em uma família com regras rígidas, onde jogos eram um “luxo inacessível”, e que sua paixão sempre foi a literatura. Sua única experiência com jogos se limitava a sessões de RPG de mesa. A situação mudou quando ela se juntou à desenvolvedora Sandfall Interactive e começou a jogar como “pesquisa de campo”, começando pela série Borderlands.

O que começou como trabalho rapidamente se tornou uma paixão. Svedberg-Yen contou que hoje ela e o marido têm duas TVs e dois PlayStations para jogarem lado a lado. Ela se tornou uma entusiasta tão dedicada que já conquistou o troféu de platina em títulos notoriamente desafiadores, como Elden Ring, God of War e sua sequência, Ragnarök.
Para a narrativa de Clair Obscur, ela trouxe sua bagagem literária, citando as obras de fantasia de Robert Jordan (A Roda do Tempo) e Brandon Sanderson como suas principais influências. Essas referências se uniram à experiência em JRPGs do diretor do jogo, Guillaume Broche, para criar o universo rico que se tornou um dos maiores sucessos de 2025.
Fonte: Game Vicio





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