Absolum, o novo “rogue ‘em up” da publicadora Dotemu, foi lançado hoje (9) e já se consagrou como um sucesso de crítica. O jogo estreou com uma média de 85 no Metacritic e 87 no Opencritic, recebendo aclamação por sua abordagem inovadora a um gênero clássico.

O consenso geral é que Absolum é uma evolução bem-vinda para os beat ‘em ups, misturando de forma inteligente a pancadaria clássica com uma estrutura roguelite moderna que incentiva a rejogabilidade. O combate, a direção de arte e a trilha sonora foram pontos quase unânimes de elogio. A principal crítica de algumas análises negativas foi o ritmo da progressão no início do jogo, que pode parecer lento.

Confira abaixo o resumo das principais análises, em ordem da maior para a menor nota:


GameSpot – Nota 90

“É uma alegria a cada vez. Eu não queria largar Absolum, e ficava um pouco ressentido quando a vida me obrigava. Ao acessar uma parte primordial da história dos jogos, Absolum criou algo que parece revelador. O gênero beat-‘em-up parece mudado, agora, e não sei se há como voltar atrás.”

TheGamer – Nota 90

“O esforço de Absolum para impulsionar seu gênero testado e aprovado é uma vitória absoluta, meu novo favorito do grupo, e a maior novidade para os beat ‘em ups desde que Streets of Rage 4 os trouxe de volta sozinho.”

Game Informer – Nota 90

“Absolum é um jogo que eu queria jogar desde criança. Temos batalhas de briga simples e acessíveis, altos valores de produção em arte e música, e um mundo de fantasia ricamente imaginado, tudo envolto em uma narrativa que faz com que o replay e a progressão valham a pena voltar para avançar de novo e de novo. Não é um jogo que vai mudar a opinião de ninguém sobre o gênero, mas é uma implementação brilhante de uma fórmula muito antiga em algo que parece moderno, profundamente rejogável e inconfundivelmente divertido.”

Game Rant – Nota 90

“Absolum é um daqueles raros roguelikes que parece saber exatamente o que quer ser, mesmo que não tenha vergonha de imitar jogos como Hades de várias maneiras. Seu mundo é intrigante com seus personagens e lore, seu combate é punitivo, mas recompensa a paciência e a persistência, e cada partida parece uma experiência totalmente nova. Mesmo após dezenas de horas, a mistura de mecânicas de beat-em-up e estrutura de roguelike ainda surpreende. É desafiador, gratificante e cheio de personalidade, e quanto mais tempo os jogadores passarem com ele, mais perceberão que a magia de Absolum se estende além dos próprios magos.”

PC Gamer – Nota 83

“Absolum é, em última análise, um beat ‘em up com um pouco mais de profundidade e progressão do que vimos antes neste estilo de jogo que tem sido tão resistente à mudança desde que nasceu nos fliperamas. Absolum carece da extensa variação de um verdadeiro roguelike, mas entrega complexidade suficiente para empurrar o gênero para um espaço mais interessante do que jamais ocupou.”

GamesRadar+ – Nota 80

“Não apenas um retorno emocionante, mas um giro completamente moderno em um gênero clássico, Absolum prova que o beat ‘em up de fliperama e o jogo baseado em ‘runs’ são uma combinação perfeita. O combate é rápido, divertido e deliciosamente flexível, e com novas descobertas em quase todas as partidas, há mais do que o suficiente para mantê-lo jogando.”

IGN – Nota 70

“Absolum é um excelente beat ‘em up prejudicado por uma estrutura roguelite que não o serve bem. Eu odeio ser limitado por números em vez de habilidade em jogos de ação, e nas primeiras horas aqui, parece que você é um escravo deles. Uma vez que você chega ao ponto em que cada partida faz um progresso substancial e a história avança, Absolum é muito envolvente. Mas demorei muito para chegar lá. A arte deslumbrante, uma trilha sonora excelente e o combate inteligente espalhado por vários personagens distintos ajudam muito a carregá-lo, mas não conseguem consertar a sensação de pavor quando eu morria, de novo, e percebia que teria que fazer alguma variação da mesma coisa mais uma vez. (…) Seria muito melhor se ele fosse direto ao ponto.”

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