A Techland revelou que o feedback e as críticas recebidas em Dying Light 2 Stay Human foram fundamentais para moldar o desenvolvimento de Dying Light: The Beast, o novo título da franquia. Em uma nova entrevista, o diretor Tymon Smektała explicou como o estúdio aprendeu com os erros do passado.

Smektała admitiu que Dying Light 2 foi “ambicioso demais em algumas áreas” e que, na tentativa de criar uma experiência AAA mais polida, a equipe acabou sacrificando “parte do DNA de Dying Light”. A reação dos fãs foi direta: “Nossos fãs nos disseram: ‘não é isso, não é o que fazia vocês especiais’”, revelou o diretor.

Para The Beast, a abordagem foi diferente. A principal lição, segundo Smektała, foi que “às vezes menos é mais”. A equipe decidiu eliminar o ruído e criar uma experiência mais coesa e focada.

Smektała comentou: “O jogo sabe o que quer ser: intenso, realista e emocional. Também levamos a sério o feedback da comunidade em cada pequeno detalhe, especialmente em relação à sensação de combate, precisão de movimento e ritmo de jogo.”

O objetivo final, segundo ele, é que os jogadores sintam que The Beast “parece o primeiro Dying Light, mas com uma qualidade incrível e polida”.

A estratégia parece ter funcionado: embora sem números de vendas, a Techland revelou que os jogadores já acumularam mais de 25 milhões de horas no novo título.

Fonte: Game Vicio

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