Durante sua participação no Lucca Comics and Games, na Itália, Hideo Kojima compartilhou reflexões sobre a filosofia por trás da franquia Death Stranding, destacando que o jogo nasceu de uma necessidade de repensar a ideia de conexão humana, especialmente durante o período da pandemia.

Segundo o criador, Death Stranding não é sobre violência ou combates tradicionais: “Não é sobre headshots ou atirar uns nos outros”, afirmou Kojima. Para ele, o jogo representa uma forma mais sutil e significativa de conexão, contrastando com o rumo tomado pelas redes sociais, que segundo ele foram distorcidas pelo anonimato.

Kojima também falou sobre os desafios de criar Death Stranding 2, revelando que adotou uma abordagem mais acessível em relação ao primeiro jogo. “Desta vez, foi uma sequência mais normal. Tive que manter as melhores partes do primeiro para satisfazer os fãs, mas também reconheço que muitas pessoas não terminaram o jogo porque talvez fosse muito difícil atravessar as montanhas”, explicou.

A sequência, segundo ele, tem um tema completamente diferente, mas oferece uma experiência mais fluida e confortável, com maior liberdade de exploração. “Como resultado, vejo que muitas pessoas avançaram mais em Death Stranding 2 do que no primeiro. Estou feliz por ter acertado com essa mudança no design do jogo”, concluiu.

A fala de Kojima reforça o caráter autoral da franquia, que continua a desafiar convenções do gênero e propor novas formas de interação e narrativa nos videogames.

Death Stranding 2 está disponível exclusivamente para PS5.

Fonte: Game Vicio

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