A Valve esclareceu a política de preços para o novo Steam Machine, previsto para o início de 2026. Pierre-Loup Griffais, engenheiro responsável pelo SteamOS, afirmou que o dispositivo não seguirá o modelo de negócios dos consoles, frequentemente vendidos com prejuízo inicial, e terá um custo equivalente ao de um computador montado peça por peça com o mesmo desempenho.

Em entrevista ao podcast Skill Up, Griffais explicou que a empresa ainda está definindo o valor final devido à flutuação do mercado de componentes, mas o objetivo é oferecer um preço competitivo dentro da realidade do mercado de PC, não de consoles.

A Valve argumenta que o valor agregado do produto não está em um desconto artificial, mas na engenharia do dispositivo.

Segundo Griffais, seria difícil para um usuário comum montar um computador com o mesmo nível de performance, silêncio e tamanho compacto que a Steam Machine oferece. Portanto, a expectativa é de que o hardware seja uma opção de “bom custo-benefício” pela conveniência e form-factor, mas sem subsídios.

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