Konrad Tomaszkiewicz, diretor de The Witcher 3 e fundador do estúdio Rebel Wolves, revelou que seu novo projeto, The Blood of Dawnwalker, rompe com a estrutura tradicional do gênero ao não incluir uma missão principal linear. Em entrevista durante o Golden Joystick Awards, Tomaszkiewicz explicou que o objetivo é aproximar os videogames dos RPGs de mesa, dando ao jogador liberdade total.

O jogo situa-se no século XIV, nas Montanhas Cárpatos, e acompanha Coen, um meio-vampiro que transita entre formas humana e monstruosa dependendo do horário. A meta geral é salvar sua família antes de um prazo de 30 dias e 30 noites, mas não existe uma sequência obrigatória de eventos para chegar lá.

Segundo o diretor, a estrutura se assemelha mais aos primeiros Fallout: há um objetivo claro, mas tudo entre o início e o fim é opcional. O jogador pode atacar os inimigos imediatamente ou gastar tempo buscando itens, desenvolvendo o personagem e recrutando aliados.

Cada ação importante terá um custo de tempo, e o mundo reagirá às escolhas através de um sistema de reputação que pode fazer o antagonista fechar lojas ou enviar assassinos.

Apesar de ser o primeiro título do estúdio, a equipe conta com cerca de 155 pessoas, número próximo ao time base de The Witcher 3. A duração estimada para uma campanha é de 40 a 50 horas, com alto fator de rejogabilidade, já que é impossível ver tudo em uma única vez.

O lançamento está previsto para 2026 no PC, PS5 e Xbox Series.

Fonte: Eurogamer

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