Konrad Tomaszkiewicz, diretor de The Witcher 3, Cyberpunk 2077 e do vindouro The Blood of Dawnwalker, revelou em entrevista à Eurogamer que seu Jogo do Ano pessoal é Dispatch.
O desenvolvedor utilizou o título narrativo da AdHoc Studio como exemplo para argumentar sobre as limitações da Inteligência Artificial na criação artística.
Segundo Tomaszkiewicz, uma IA jamais conseguiria criar algo como Dispatch porque é necessário ter “pessoas que sentem, que têm esse fogo criativo e querem contar uma história particular”.

Ele defende que jogos criados exclusivamente por IA não teriam “alma”, pois máquinas não compreendem emoções. No entanto, ele não é totalmente contra a tecnologia: seu estúdio, Rebel Wolves, utilizou IA para gerar vozes temporárias (placeholders) durante testes de The Blood of Dawnwalker e para auxiliar a equipe de QA na detecção de falhas em malhas 3D.
A visão é compartilhada por Nick Herman, cofundador da AdHoc Studio e diretor criativo de Dispatch. Herman afirmou ao GamesIndustry.biz que a IA é uma “solução de produção, não criativa”, acrescentando que ela só se torna uma solução criativa se você não for criativo.
Ele citou a performance do ator Jeffrey Wright no jogo como algo que algoritmos não conseguem replicar.
Fonte: Video Gamer





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