A Digital Foundry publicou uma análise técnica crítica sobre as versões de Tomb Raider: Definitive Edition lançadas recentemente para Nintendo Switch e Switch 2.

O port, desenvolvido pela Aspyr, foi classificado como decepcionante devido a cortes visuais profundos, que em alguns aspectos deixam o jogo inferior às versões originais de PS3 e Xbox 360.

Entre os problemas citados estão a redução na qualidade das sombras e da oclusão ambiental, além da simplificação da vegetação, que perdeu dinamismo. Uma das ausências mais sentidas é a tecnologia TressFX (física realista de cabelo), que foi removida.

No Nintendo Switch 2, o jogo roda a 60 quadros por segundo estáveis, mas a resolução permanece travada em 1080p tanto no modo dock quanto no portátil.

A Digital Foundry conclui que, embora os sacrifícios visuais sejam compreensíveis no hardware datado do primeiro Switch, eles são “inaceitáveis” no Switch 2, um console capaz de rodar títulos pesados como Star Wars Outlaws. A avaliação sugere que a Aspyr não otimizou o título para aproveitar o poder da nova máquina.

Fonte: Digital Foundry

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