A Ghost Story Games publicou um novo diário de desenvolvimento para Judas, o aguardado FPS narrativo de Ken Levine (criador de BioShock). O texto explora o processo criativo, revelando que o jogo não começou com a história, mas com um desafio de design: criar uma narrativa dinâmica onde personagens reagem em tempo real às menores escolhas do jogador.
Levine explicou que a inspiração para a protagonista surgiu de um monólogo interno sobre preferir interagir com máquinas de venda automática do que com garçons, pois a interação humana é “complicada”.

Assim nasceu Judas: uma personagem que entende máquinas de uma forma que nunca entenderá pessoas, o que é sua maior força e fraqueza na nave colonial Mayflower.
Diferente de Booker (Infinite) ou Jack (BioShock), que eram forasteiros, Judas é nativa desse mundo e peça central nos eventos que o colapsaram.
O estúdio parou de chamar o projeto de FPS e passou a tratá-lo como um “Simulador de Judas”, utilizando sistemas procedurais não apenas para a trama, mas para decorar os ambientes da nave de forma crível e reativa.
Fonte: Gematsu





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