O renomado canal de análise técnica Digital Foundry divulgou sua tradicional lista de “Melhores Gráficos do Ano”. Segundo os especialistas John Linneman, Alex Battaglia e Oliver Mackenzie, 2025 foi um ano com menos lançamentos de alto perfil do que o habitual, mas com picos de qualidade visual impressionantes.
O primeiro lugar ficou com Doom: The Dark Ages, desenvolvido pela id Software. O jogo foi aclamado pelo uso da idTech, entregando uma performance impecável aliada a tecnologias de ponta.
- Destaques: O uso de Ray Tracing obrigatório (incluindo Path Tracing no PC) que roda de forma extremamente performática; física de destruição de cenários; simulação de fluidos (água) e capacidade de lidar com multidões de inimigos sem queda de desempenho. O jogo foi citado como um exemplo de escalabilidade, rodando bem desde o Xbox Series S até PCs de ultra-entusiastas.
O segundo lugar foi para Assassin’s Creed Shadows. A Ubisoft foi elogiada por atualizar a Anvil Engine para um nível “next-gen”, destacando-se pela física sistêmica (cenários que quebram de forma realista) e iluminação global via Ray Tracing.
O terceiro lugar ficou com Death Stranding 2. A Kojima Productions e a Decima Engine foram celebradas pela atenção aos detalhes, tanto no micro (texturas de roupas) quanto no macro (paisagens vastas e simulação de fluidos como o piche e inundações).
O Top 10 (Posições 4 a 10, sem ordem específica): Além do Top 3, o canal listou outros sete títulos que definiram o visual de 2025:
- Metroid Prime 4: Beyond: Considerado o jogo mais bonito do Switch original e rodando a 120fps travados no Switch 2.
- Ghost of Yōtei: Surpreendeu pela inclusão de Ray Tracing no PS5 e distâncias de desenho massivas.
- Silent Hill f: Um dos melhores usos artísticos da Unreal Engine 5.
- Mafia: The Old Country: Destacado pelo uso de Nanite e recriação autêntica da Sicília (UE5).
- Dying Light: The Beast: Elogiado pela densidade e iluminação na C-Engine.
- Routine: Horror espacial com estética “analógica” imersiva.
- Earthion: Um jogo de Mega Drive (Genesis) que leva o hardware de 16-bits ao limite absoluto.





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