Swen Vincke, CEO da Larian Studios, esclareceu a postura da empresa em relação à Inteligência Artificial. Em entrevista à Bloomberg, o executivo confirmou que o estúdio utiliza ferramentas de IA generativa no processo de desenvolvimento, mas garantiu que o próximo Divinity não conterá nenhum ativo gerado por IA na versão final.
Vincke explicou que a tecnologia é empregada internamente para explorar ideias, expandir apresentações, criar artes conceituais e escrever textos temporários (placeholders). No entanto, o produto final será inteiramente artesanal: “tudo são atores humanos; estamos escrevendo tudo nós mesmos”.
Embora tenha havido resistência inicial por parte da equipe, o CEO afirma que os funcionários agora estão “mais ou menos de acordo com a forma como estamos usando”, visto que a ferramenta não substitui desenvolvedores, mas auxilia na eficiência.
A Larian busca reduzir o tempo de produção de Divinity para menos de seis anos, utilizando desenvolvimento paralelo de missões e ferramentas modernas, embora Vincke admita que a IA ainda não gerou um aumento massivo de eficiência.
Fonte: Bloomberg





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