O próximo BioShock, em produção pelo estúdio Cloud Chamber, teve detalhes de sua ambientação e mecânicas revelados por vazamentos de ativos internos. O jogo se passa em Borealis, uma cidade construída na Antártida durante a década de 1960. A estética visual segue o padrão estilizado de BioShock Infinite, misturando ambientes de neve com estruturas industriais, cabos e grandes cânions.

A estrutura de gameplay confirma o retorno da substância ADAM, o que indica a manutenção do sistema de poderes e vícios genéticos da franquia. Os inimigos comuns são referenciados como Flushers, exercendo o papel que cabia aos Splicers nos títulos anteriores. O mapa inclui um distrito chamado Solaris, ocupado pela facção Solarians, e um cassino de grande porte projetado para combates centrais.

Imagens de produção mostram uma estátua dourada monumental de um homem em pose de Atlas, sugerindo o antagonista central que é venerado pela cidade. Modelos de escala utilizados pela equipe de arte exibem um personagem masculino de terno e gravata cinza como possível protagonista.

O projeto enfrenta um ciclo de desenvolvimento conturbado desde 2018. Relatórios apontam reescritas na narrativa e problemas internos críticos ocorridos em 2022. Embora a Take-Two mantenha a confiança no lançamento, as previsões indicam que o jogo pode chegar apenas depois de 2027.
Fonte: MP1ST





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