Novos testes mostram o que a versão DLSS 4.5 consegue fazer a partir de quase nada: transformar jogos rodando internamente a 240p ou 360p em experiências visuais surpreendentemente nítidas. O resultado, descrito por muitos como “mágica de IA”, recupera folhagens e detalhes de cena que seriam impossíveis de ver na resolução nativa.

O processo funciona utilizando vetores de movimento, profundidade e um histórico de quadros anteriores para reconstruir a imagem atual, e não apenas aplicando melhorias em um único frame estático.

No entanto, o milagre tem limites: elementos finos como fios, cercas e cabelos tendem a “quebrar” durante movimentos rápidos, e a interface de usuário (UI) permanece ilegível nessas resoluções baixas.

Um detalhe importante revelado nos testes é o impacto no hardware. Embora impressionante que a tecnologia ainda funcione nas RTX Série 20, os novos modelos de DLSS exigem mais processamento. Isso significa que, em placas mais antigas (RTX 20 e 30), o custo computacional da reconstrução pode ser alto, fazendo com que o ganho real de FPS não seja tão grande quanto a baixa resolução interna sugeriria.

Fonte: Video Cardz

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