Adrian Chmielarz, o criador original de Painkiller e fundador da People Can Fly, não poupou críticas ao reboot lançado em outubro de 2025 pela Anshar Studios. Em entrevista recente ao PCGamesN, o desenvolvedor afirmou que “discordou de absolutamente tudo” o que viu no novo projeto.

Para Chmielarz, o jogo é um “Skinwalker”: ele usa o nome da marca, mas não tem relação real com a essência da franquia. “Se o mesmo jogo fosse lançado com outro título, ninguém perguntaria se era uma sequência de Painkiller”.

Ele critica a mudança de foco da atmosfera de terror séria do original para uma experiência de tiro cooperativo repleta de piadas e explosões genéricas.

O criador argumentou que o uso da IP foi “contraproducente” para a desenvolvedora Anshar Studios, pois atraiu fãs antigos que acabaram se decepcionando com a falta de fidelidade.

Com uma média “Neutra” (55%) no Steam, o reboot é criticado por muitos jogadores justamente por parecer uma “cópia de Doom Eternal com Left 4 Dead”, abandonando o estilo boomer shooter clássico que definiu o título de 2004.

Fonte: PCGamesN