A análise técnica da Digital Foundry sobre a versão de Pragmata para o Nintendo Switch 2 descreve o port como uma conquista ambiciosa, embora tecnicamente inconsistente. O grande triunfo do console é o uso do DLSS para reconstruir uma saída de 1080p a partir de uma base interna de 540p, o que resulta em uma imagem mais limpa e definida do que a encontrada no PS5 e no Xbox Series S em termos de bordas e detalhes especulares. Contudo, essa qualidade de imagem exigiu sacrifícios visuais profundos, como a remoção completa da oclusão ambiental e a substituição do sistema de cabelo avançado por modelos estáticos simplificados.

A performance é citada como o maior problema do título no hardware da Nintendo. Ao optar por uma taxa de quadros desbloqueada, a Capcom entregou um jogo que oscila frequentemente entre 30 e 40 FPS em áreas externas, atingindo valores mais altos apenas em ambientes fechados e simples.

Essa instabilidade afeta a percepção de fluidez durante o combate. No modo portátil, o cenário se agrava com a resolução interna caindo para a casa dos 360p, resultando em um visual borrado e com serrilhados visíveis, apesar do auxílio da reconstrução por inteligência artificial.

Fonte: Digital Foundry

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