A Digital Foundry publicou uma análise técnica de Halo: Campaign Evolved com base em uma demo que inclui duas missões, expressando um parecer positivo em relação ao remake, mas com algumas ressalvas. O grande foco do teste da equipe foi a transição do jogo para a Unreal Engine 5, que inevitavelmente trouxe vantagens visuais significativas, mas também gerou algumas dificuldades em relação ao desempenho e à qualidade de certos efeitos gráficos.
Entre os pontos positivos, o impacto geral foi considerado substancialmente superior ao visto no criticado Halo: Combat Evolved Anniversary. A reconstrução dos cenários garante mais profundidade e realismo à ambientação, enquanto a tecnologia de iluminação Lumen valoriza cada superfície de forma bastante eficaz. Além disso, os modelos de Master Chief, dos fuzileiros e dos veículos, como o Warthog, apresentam um nível de detalhe muito maior, resultando em uma recriação muito mais coerente e respeitosa com o material de origem do que a versão de 2011.
Apesar dos elogios à parte visual, toda essa qualidade gráfica cobra o seu preço no desempenho. A Digital Foundry relatou a presença de compromissos evidentes nos efeitos visuais e um peso considerável para rodar o jogo no PC. Especificamente, processadores mais antigos parecem sofrer durante as sequências mais populosas, com muita ação e inteligência artificial na tela. A análise técnica também levantou dúvidas sobre como o título irá rodar em dispositivos portáteis como o ROG Xbox Ally X e, principalmente, no Steam Deck, devido às limitações de hardware desses aparelhos.
Fonte: Digital Foundry




