A equipe do Digital Foundry publicou uma análise técnica sobre a performance do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time para o Nintendo Switch 2. Segundo o veículo, a demonstração do jogo roda a 1080p nativo e atinge 60 quadros por segundo durante a gameplay, enquanto a interface de menus é renderizada em 1440p.

De acordo com o analista Oliver Mackenzie, o jogo não utiliza a Unreal Engine 5, ao contrário das especulações iniciais. A produção utiliza um motor gráfico próprio da Nintendo ou desenvolvido por um estúdio parceiro, sendo a Monolith Soft apontada como a principal candidata a ter auxiliado no projeto.

Apesar de elogiar a estabilidade dos 60 fps — superando os 30 fps de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom no Switch original —, o Digital Foundry destacou que a ausência do recurso DLSS da Nvidia prejudica a qualidade de imagem.

Os analistas John Linneman e Oliver Mackenzie relataram que a exibição apresenta uma nitidez excessiva na resolução de 1080p, provocando um efeito de cintilação na folhagem dos cenários abertos e um aspecto excessivamente brilhante nos modelos de personagens em planos fechados.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake será lançado em 5 de novembro de 2026 para Nintendo Switch 2.

Fonte: My Nintendo News

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