A Capcom acertou mais uma vez com o lançamento de Pragmata, consolidando sua forte presença na atual geração. Segundo uma nova análise técnica da Digital Foundry, a versão de PC do jogo impressiona visualmente, especialmente ao utilizar a tecnologia de Path Tracing em hardwares de ponta, entregando uma qualidade de imagem que chega a se aproximar da computação gráfica pré-renderizada (CGI).
Em máquinas equipadas com a poderosa RTX 5090, o título roda perfeitamente nas configurações máximas. A iluminação global e os reflexos precisos transformam os ambientes da enorme colônia espacial. O recurso de Ray Reconstruction da Nvidia, que é ativado para limpar a imagem, apresenta apenas alguns pequenos borrões ocasionais, mas ainda assim oferece um salto gigantesco na qualidade gráfica geral.
Para o hardware intermediário, como uma combinação de RTX 4060 e processador Ryzen 5 3600, o jogo consegue se manter acima de 50 fps na resolução 1440p (utilizando DLSS no modo Balanceado) com ajustes otimizados, semelhantes aos usados em Resident Evil 9. No entanto, a análise destaca um problema frustrante para donos de placas de vídeo com apenas 8 GB de VRAM. O jogo sofre com travamentos bruscos (stuttering) causados diretamente por gargalos de memória.
A Digital Foundry sugere desativar a opção de “shadow cache” para aliviar o problema, e critica o medidor de VRAM presente no menu da Capcom por não apresentar dados totalmente precisos.
Apesar do obstáculo envolvendo os 8 GB de VRAM, a Digital Foundry recomenda fortemente Pragmata, elogiando o excelente uso da RE Engine, as mecânicas de hacking em tempo real que elevam a tensão da ação e a fantástica dinâmica emocional entre o protagonista Hugh e a androide Diana.
Fonte: Digital Foundry




