Com o fim das atualizações de conteúdo de Destiny 2 marcado para junho e um Destiny 3 provavelmente fora dos planos da Bungie por enquanto, novas informações revelam que o jogo quase tomou um rumo diferente. Segundo relatos, o estúdio cogitou um “soft reboot” do título para tentar salvá-lo, o que incluiria uma mudança de nome para “Destiny Infinity”.
De acordo com fontes não reveladas contatadas por Paul Tassi, da Forbes, a ideia do relançamento surgiu após a desastrosa expansão Edge of Fate. O plano era abandonar o controverso modelo de duas expansões por ano e retornar à estratégia de apenas uma grande expansão anual.

O objetivo principal com a adoção da marca “Destiny Infinity” seria criar um forte impulso de recomeço, agindo como um relançamento focado em revitalizar a base de jogadores, em vez de focar no desenvolvimento de um verdadeiro Destiny 3.
O cronograma de duas expansões anuais se provou problemático e culminou no lançamento de Edge of Fate, que foi amplamente considerada uma sequência decepcionante para The Final Shape — esta última avaliada como “uma das melhores expansões da história da série” por Phil Savage, editor-chefe da PC Gamer.
O relatório também afasta a culpa do desempenho de Marathon sobre o fim de Destiny 2. Embora o jogo tenha tido um desempenho comercial considerado “decente” (mas ainda lucrativo) para os padrões da indústria, fontes afirmam que a decisão de encerrar o suporte ao MMO não dependeu diretamente dele. Uma das fontes apontou que “se o jogo rendesse um bilhão de dólares, Destiny 2 teria chance de continuar? Claro, talvez”, mas garantiu que ninguém na equipe estava aguardando o resultado do novo título no dia do lançamento para definir o futuro da franquia Destiny.
Fonte: PC Gamer




