A Digital Foundry publicou sua análise técnica da versão de PC de Resident Evil Requiem, classificando o port como bastante positivo. O jogo apresenta excelente suporte a upscalers modernos e entrega um desempenho sólido sem grandes problemas de fluidez. Isso se deve a uma eficiente compilação de shaders logo no primeiro carregamento, que praticamente elimina os constantes travamentos notados no lançamento do remake de Resident Evil 4.

Apesar dos elogios ao desempenho, a análise destaca a ausência de configurações essenciais no menu, como o ajuste de campo de visão (FOV) e a opção de desativar o efeito de granulação de filme. O título também sofre com limitações históricas da engine da Capcom, exigindo a reinicialização completa do jogo para aplicar mudanças na qualidade de texturas, no sistema de cabelos e no ray tracing.

Além disso, o path tracing não é compatível com placas AMD ou Intel no lançamento, forçando o uso do Ray Reconstruction da Nvidia, que paradoxalmente não pode ser ativado com o ray tracing padrão.

O peso do ray tracing é apontado como a variável de maior impacto na performance. O canal ressalta que a transição do path tracing para o ray tracing desligado pode gerar ganhos de até 350% em placas de alto desempenho. Para quem utiliza GPUs com 8 GB de VRAM, a recomendação oficial da Digital Foundry é manter o ray tracing totalmente desativado, as texturas no Normal e as malhas no Low, garantindo a estabilidade necessária sem sacrificar a qualidade visual da campanha.

Fonte: Multiplayer.it

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