Os estúdios Crystal Dynamics e Flying Wild Hog revelaram que Tomb Raider: Legacy of Atlantis terá menos elementos de “condução do jogador” em comparação com os títulos modernos da indústria, priorizando a exploração e o sentimento de se perder pelos cenários
Em entrevista à revista Edge, Jeff Adams, diretor de experiência da Crystal Dynamics, destacou a intenção do projeto:
“Nós celebramos esses momentos para dizer: ‘Ei, não vamos pegar na sua mão. Vamos deixar você sair por aí e procurar, talvez encontrar coisas que não esperava encontrar’. A ideia é ter esse sentido de ‘seja aventureiro, saia, explore, se vire sozinho, se perca e depois encontre o caminho de volta’. Isso traz uma grande recompensa apenas por navegar pelo mundo.”
Michael Kuk, diretor criativo na Flying Wild Hog, explicou o critério utilizado para selecionar o que do jogo original de 1996 seria mantido no remake:
“Imagine que você acabou de terminar o primeiro Tomb Raider, depois fecha os olhos e imagina uma jogada na sua cabeça, e seu cérebro se lembra das coisas que geraram mais emoções. Esses momentos, locais, vistas e objetos que ficam na sua memória são as coisas que precisam estar no jogo quase intocadas.”
Adams também abordou a inclusão do sistema de criação, elemento que gerou debates entre os fãs da franquia, justificando a mudança com base no realismo visual do novo jogo:
“À medida que elevamos o nível de realismo, há coisas do original que custamos a justificar. Uma delas é encontrar um kit médico em uma tumba que esteve lacrada por 10.000 anos.” Desta forma, itens de cura e melhorias serão criados a partir de recursos encontrados nos cenários.
Tomb Raider: Legacy of Atlantis será lançado em 12 de fevereiro de 2027 para PS5, Xbox Series, Switch 2 e PC.



