Em uma declaração que gerou forte reação negativa da comunidade gamer, a Ubisoft afirmou em seu mais recente relatório financeiro que a implementação de microtransações em seus jogos serve para tornar a “experiência do jogador mais divertida”.
A afirmação, que busca justificar a presença de lojas internas em jogos de preço cheio como Assassin’s Creed e Far Cry, foi vista por muitos jogadores como um sinal de que a empresa está desconectada da percepção de sua própria audiência.
A Justificativa da Empresa
No relatório financeiro, a Ubisoft defende seu modelo de monetização, que inclui a venda de itens cosméticos, moedas de jogo e até mesmo “atalhos” que revelam localizações de itens no mapa. A lógica apresentada pela empresa é de que essas compras opcionais oferecem mais formas de engajamento e personalização, o que, em sua visão, contribui para uma experiência mais divertida a longo prazo.
A Reação da Comunidade
Como era de se esperar, a comunidade de jogadores reagiu de forma majoritariamente negativa. A declaração foi recebida com sarcasmo e críticas em fóruns e redes sociais.
Muitos jogadores argumentam que a verdadeira diversão e satisfação vêm de desbloquear conteúdos através do esforço e da jogabilidade, e não comprando-os. A crítica principal é que as microtransações, especialmente em jogos single-player que já custam o valor cheio, quebram a imersão e introduzem uma mentalidade “pay-to-win” ou “pay-to-skip” (pague para pular etapas), que vai contra a essência de um desafio bem projetado.
O autor do artigo original do Windows Central chegou a classificar a declaração como “talvez a pior citação da história dos games”.
A polêmica destaca o abismo que muitas vezes existe entre a visão corporativa das publicadoras sobre monetização e o que os jogadores realmente valorizam em sua experiência de jogo.
Fonte: Windows Central





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