Um novo relatório do jornalista Paul Tassi, da Forbes, revela que as prioridades internas da Bungie sofreram uma mudança drástica. Atualmente, o projeto Marathon concentra uma equipe ligeiramente maior do que a dedicada a Destiny 2. Dos cerca de 800 funcionários restantes no estúdio após sucessivas ondas de demissões, a divisão agora é equilibrada, com o novo título de extração superando o veterano em força de trabalho — uma inversão total em relação aos meses anteriores, quando Destiny contava com quase o dobro de desenvolvedores.
Essa migração de talentos explica o cenário de “seca” enfrentado pela comunidade de Destiny 2. Com o time de PvP transferido para Marathon há meses e o suporte PvE operando com menos de 40% da capacidade histórica, o calendário de atualizações do shooter espacial tornou-se escasso. Fãs aguardam por pequenas expansões prometidas, mas o silêncio da Bungie sobre o futuro a longo prazo do jogo tem gerado incertezas, especialmente com o próximo grande update previsto apenas para daqui a alguns meses.
Enquanto isso, Marathon enfrenta seus próprios desafios pós-lançamento. Apesar de ser a prioridade da Sony para quebrar a recente sequência negativa de jogos live service, o título estreou com um escopo contido de quatro mapas e seis classes. A equipe agora corre contra o tempo para entregar novas temporadas e mapas, tentando reverter uma queda rápida no número de jogadores e atrair um público menos “hardcore” para garantir a sustentabilidade do projeto.
Fonte: Forbes



